Engenharia de Harness de Método
Por que a disciplina em volta da entrega — e não apenas em volta do agente — decide se a IA entrega software de verdade.
Dê o mesmo agente de código para dois times.
Um entrega uma feature que passa no code review, respeita a arquitetura da aplicação, roda em produção e parece ter sido escrita por alguém que conhece a base de código.
O outro entrega uma pasta cheia de TODO, três funções que fazem return null, um mock perdido no meio da aplicação, uma suíte de testes que basicamente confirma que true == true e uma explicação confiante do motivo pelo qual tudo está “pronto”.
Mesmo modelo. Mesma semana. Resultado completamente diferente.
A diferença, quase sempre, não está apenas na “inteligência” do modelo. Está no que existe em volta dele.
Addy Osmani chamou atenção para isso ao falar de agent harness: prompts, ferramentas, contexto, permissões, hooks, sandboxes, subagentes, observabilidade e loops de feedback que fazem um agente trabalhar melhor. Viv Trivedy levou a ideia adiante ao falar de Harness as a Service, tratando o harness como uma camada reutilizável para executar agentes com contexto, ferramentas, filesystem, sessão, permissões e observabilidade.
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