DARE Method

Engenharia de Harness de Método

Por Wanderson Leandro de Oliveira · 20 min de leitura · 57 visualizações
DARE Method AI Engineering Agentic Engineering

Por que a disciplina em volta da entrega — e não apenas em volta do agente — decide se a IA entrega software de verdade.

Dê o mesmo agente de código para dois times.

Um entrega uma feature que passa no code review, respeita a arquitetura da aplicação, roda em produção e parece ter sido escrita por alguém que conhece a base de código.

O outro entrega uma pasta cheia de TODO, três funções que fazem return null, um mock perdido no meio da aplicação, uma suíte de testes que basicamente confirma que true == true e uma explicação confiante do motivo pelo qual tudo está “pronto”.

Mesmo modelo. Mesma semana. Resultado completamente diferente.

A diferença, quase sempre, não está apenas na “inteligência” do modelo. Está no que existe em volta dele.

Addy Osmani chamou atenção para isso ao falar de agent harness: prompts, ferramentas, contexto, permissões, hooks, sandboxes, subagentes, observabilidade e loops de feedback que fazem um agente trabalhar melhor. Viv Trivedy levou a ideia adiante ao falar de Harness as a Service, tratando o harness como uma camada reutilizável para executar agentes com contexto, ferramentas, filesystem, sessão, permissões e observabilidade.

Continue lendo — é grátis

Crie uma conta gratuita para ler o artigo completo. Não precisa pagar.

Cadastre-se grátis

Já tem conta? Entrar